A Fenajufe encaminhou ofícios ao Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2025 e novamente em janeiro solicitando o reajuste dos auxílios alimentação e pré-escolar dos servidores e servidoras do Judiciário Federal, com base em estudo que estima o impacto orçamentário da aplicação de um índice de 17,5%, o mesmo adotado para as carreiras do Poder Executivo Federal. Apesar das solicitações, a poucos dias do encerramento de janeiro, o STF ainda não publicou portaria com os novos valores.
Com o percentual de 17,5%, o valor passaria de R$ 1.784,42 para R$ 2.096,69, no caso do auxílio-alimentação, e de R$ 1.235,77 para 1.472,52 no caso do auxílio pré-escolar.
O percentual proposto é igual ao que está sendo adotado para as carreiras do Poder Executivo Federal. O Senado, por exemplo, também já implementou o reajuste conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de janeiro de 2025 até dezembro de 2025, incidente sobre o valor praticado em dezembro de 2025.
Além da estimativa de valores, o estudo apresentado pela federação demonstra a viabilidade orçamentária para o aumento pretendido no âmbito do Poder Judiciário da União. A federação ressaltou que cabe ao STF a tarefa de valorização das carreiras do PJU, instituindo reajuste real nas rubricas referentes ao auxílio-alimentação e da assistência pré-escolar.
No ofício de janeiro, a Fenajufe agregou ao pedido a defesa do pagamento retroativo dos benefícios. Isso porque, na prática, o mês de incidência deve corresponder ao início do ano corrente. Dessa forma, mesmo que a implementação ocorra em mês posterior, é fundamental que o reajuste das referidas verbas retroaja ao mês de janeiro.
Com informações da Fenajufe





