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Sindjuf/Pa-Ap parabeniza servidores e servidoras do TRE do Pará e do Amapá pelo excelente trabalho nas eleições
Mais uma vez as brasileiras e os brasileiros puderam exercer sua cidadania por meio do voto. No último dia 4 de outubro, o TSE e os TRE`s realizaram as eleições gerais de 2026 com 158,7 milhões de eleitores aptos a votar.
Nesse complexo processo que é o pleito eleitoral, destacamos o importante trabalho das servidoras e servidores da Justiça Eleitoral que, com dedicação e compromisso, entregaram à população um serviço público de excelência.
O Sindicato parabeniza as servidoras e os servidores da Justiça Eleitoral do Pará e Amapá e reconhece a importante contribuição para o fortalecimento da democracia em nosso país.
*Votar é um direito, mas também uma responsabilidade coletiva*.
Em cada eleição, brasileiras e brasileiros são chamados a decidir os rumos do país e a escolher aqueles que terão a responsabilidade de formular políticas públicas, administrar recursos e garantir direitos que impactam diretamente a vida da população.
Por isso, o Sindjuf-PA/AP chama suas associadas, seus associados e todas as servidoras e servidores do Judiciário Federal a participarem das eleições e a exercerem seu direito de voto com consciência, informação e responsabilidade.
Mais do que pensar apenas no que é melhor para si próprio ou para sua família, é importante olharmos neste momento para o conjunto da sociedade. Que projeto de país queremos? Que país estamos ajudando a construir? Que políticas públicas queremos para a saúde, a educação, a segurança, a proteção social, o meio ambiente e a valorização do trabalho? Que compromisso os representantes eleitos terão com os serviços públicos e com a garantia de direitos?
Que o nosso voto no próximo domingo não seja orientado apenas por interesses individuais ou benefícios imediatos. Que seja uma escolha sobre o futuro coletivo. Uma sociedade democrática precisa ser capaz de pensar além de seus interesses particulares e considerar as necessidades de milhões de pessoas que dependem de políticas públicas para viver com dignidade.
Para quem trabalha no serviço público, essa reflexão ganha ainda mais importância. A defesa do Estado Democrático de Direito, das instituições públicas, dos direitos sociais e de serviços públicos de qualidade interessa a toda a sociedade.
Democracia não se resume ao dia da eleição. Ela se constrói cotidianamente com participação, respeito às diferenças, liberdade, diálogo e compromisso com o interesse público. E se fortalece quando cada cidadã e cada cidadão compreende a dimensão de sua responsabilidade nas escolhas que faz.
Neste processo eleitoral, o Sindjuf-PA/AP reafirma seu compromisso com a democracia e convida seus associados e servidores do Judiciário Federal a participarem ativamente desse momento.
Leia matéria completa no site do SINDJUF-PA/AP
*Outubro Rosa: cuidar da saúde também é uma forma de se proteger*
Neste Outubro Rosa, o Sindjuf/PA-AP reforça um convite especial às suas associadas e a todas as servidoras do Judiciário Federal: reserve um tempo para cuidar da sua saúde. A prevenção e a detecção precoce do câncer de mama podem fazer diferença no tratamento e na qualidade de vida.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 78.610 novos casos de câncer de mama a cada ano no triênio 2026-2028. A doença é o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres brasileiras, desconsiderando os tumores de pele não melanoma.
Por isso, conhecer o próprio corpo é importante. A orientação do Ministério da Saúde é que as mulheres estejam atentas às suas mamas no dia a dia, observando e apalpando a região sempre que se sentirem confortáveis. Alterações como nódulo, mudança no formato ou na pele da mama, retração do mamilo, secreção sanguinolenta ou aumento persistente de uma das mamas devem ser avaliadas por um profissional de saúde.
É importante lembrar que o auto-exame não substitui os exames de acompanhamento. A mamografia é o principal exame utilizado para o rastreamento do câncer de mama. Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda a mamografia de rastreamento a cada dois anos para mulheres de 50 a 74 anos. Para mulheres fora dessa faixa etária ou que apresentem fatores de risco, a orientação deve ser individualizada com um profissional de saúde.
O câncer de mama não tem uma única causa, e a idade é um dos principais fatores de risco. Cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos. Histórico familiar, obesidade, sedentarismo, consumo de álcool e outros fatores também podem aumentar o risco.
Neste Outubro Rosa, o Sindjuf/PA-AP chama suas associadas e servidoras do Judiciário Federal a não deixarem os cuidados com a saúde para depois. Observe seu corpo, mantenha suas consultas e exames em dia e procure atendimento diante de qualquer alteração.
Cuidar de si também é um ato de responsabilidade e de valorização da própria vida. Informe-se, previna-se e cuide-se.
A Fenajufe voltou a cobrar o Conselho da Justiça Federal (CJF) nesta quinta-feira (1º) sobre o risco de atraso no pagamento das verbas devidas às servidoras e aos servidores da Justiça Federal nos meses de novembro e dezembro de 2026. Em ofício encaminhado ao Conselho em 17 de setembro, a Federação solicitou informações formais sobre a situação orçamentária e financeira e cobrou a adoção de medidas para assegurar o pagamento integral das verbas.
Novembro e dezembro concentram pagamentos importantes, como salários e o 13º salário, além das demais verbas remuneratórias e indenizatórias. Apesar da relevância, até a publicação desta matéria, o Conselho não havia respondido à Federação.
A preocupação da Fenajufe se justifica ainda diante da utilização de recursos orçamentários com o pagamento de passivos funcionais, especialmente em relação a pagamentos à magistratura. Entre os exemplos está a conversão em pecúnia de licenças compensatórias de magistrados, regulamentada pelo Provimento nº 244, de 22 de julho de 2026, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Matéria completa no site da Fenajufe.
1º de outubro | Dia da Pessoa Idosa
Respeitar, valorizar e garantir direitos. É assim que construímos uma sociedade que reconhece a pessoa idosa como cidadã plena, com autonomia, voz, participação e dignidade.
No Judiciário Federal, muitas servidoras e servidores hoje aposentados dedicaram décadas ao serviço público e fazem parte da história e da construção das instituições. Suas experiências, conhecimentos e contribuições permanecem importantes para as novas gerações.
O Sindjuf-PA/AP presta sua homenagem a todas as pessoas idosas e, de forma especial, às servidoras e aos servidores aposentados que ajudaram a construir a história do Judiciário Federal no Pará e no Amapá.
Nossa homenagem também a quem permanece na ativa, compartilhando conhecimento e contribuindo diariamente para o bom funcionamento do Poder Judiciário Federal do Pará e Amapá.
No Brasil já são cerca de 36 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, aproximadamente 17% da população, segundo dados do IBGE de 2024. O envelhecimento da população exige cada vez mais uma sociedade preparada para acolher, respeitar e assegurar direitos.
Envelhecer é parte da vida. Respeitar a pessoa idosa é um compromisso de todos.
Leia o texto na íntegra em: https://sindjuf-paap.org.br/dia-da-pessoa-idosa-respeito-reconhecimento-e-direitos/
A partir desta quinta-feira, 1º de outubro, a CliniPAS inicia uma nova etapa de atendimento aos beneficiários do PAS TRT8, com equipe multiprofissional e novas especialidades.
Os atendimentos serão realizados de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.
📌 Quer saber os dias e horários de cada especialidade?
Confira as informações no site do Sindjuf-PA/AP ou no perfil do @pastrt8 .
O Sindjuf-PA/AP esteve reunido na manhã desta sexta-feira (25) com a presidente do TRT8, Desembargadora Maria Valquiria Norat Coelho. Na ocasião, o Sindicato apresentou a pauta de reivindicações dos servidores à nova presidente e reiterou o pedido para pagamento do prêmio CNJ.
Mais informações em breve no site do Sindicato.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que mães biológicas e adotivas têm direito à mesma licença-maternidade: 120 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 60 dias.
A regra vale para trabalhadoras da iniciativa privada e servidoras públicas, sem distinção pelo vínculo de trabalho.
📌 A decisão também se aplica às licenças em andamento e a novos pedidos, mas não alcança licenças já encerradas.















































