sexta-feira, 21 janeiro, 2022
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Deputado Paulo Pimenta, saiu satisfeito da reunião de Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados em Brasília

Em áudio divulgado pelas redes Sociais, na tarde desta quinta-feira (18), deputado Paulo Pimenta (representante do PT na reunião) transmitiu a informação com muita satisfação: “não tem previsão para que a PEC 32 seja incluída na pauta da semana que vem, é mais uma semana que nós ganhamos. Digo isso para incentivar todos e todas a continuar na mobilização, é fundamental que seja intensificado a pressão isso tem sido importante para esclarecer a sociedade e para pressionar os deputados dentro dessas dez semanas de trabalho.”

O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), falou do apoio pálido do governo à aprovação da reforma administrativa, aquela que não altera as regalias e privilégios e nem suprime mordomias e penduricalhos, por isso não acredita que a reforma seja aprovada neste ano.

“Temos basicamente quatro a cinco semanas de votação”, lembrou, já que o Congresso entra em recesso no final do ano. “Não temos como trazer essa matéria com as discussões como se encontram”, completou.

Lira também disse não ver espaço para o reajuste salarial dos servidores públicos caso a PEC dos Precatórios seja aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo ele, os números apresentados pela equipe econômica não preveem esse aumento, tampouco esse tema não foi apresentado aos parlamentares quando o texto foi acordado.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, tem dito que pretende conceder aumento de até 10% para servidores com o espaço fiscal que seria aberto após a aprovação da proposta.

“Não vi espaço para reajuste de servidores, não conheço esse espaço, os números da economia apresentados para Câmara não previam esse aumento e penso que aquele portfólio de custos amplamente divulgados pela imprensa possam ser honrados e sejam mantidos”, reforçou, além de reafirmar a expectativa de que o Senado aprove com celeridade a PEC dos Precatórios, e sem muitas alterações.

Lira disse esperar uma solução acordada entre Câmara e Senado em relação às emendas de relator do Orçamento. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu a execução do chamado orçamento secreto. O Congresso aguarda a publicação do acórdão para apresentar embargos de declaração à Corte. Segundo Lira, qualquer decisão será para aumentar a transparência dos pagamentos dessas emendas.

Foto/Crédito: Lula Marques/ Agência PT (FOTOS PÚBLICAS)

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