Na segunda-feira [07], um dia antes da sessão que julgou os processos no CNJ, os advogados do Sindjus-AL e do Sindjuf-PA/AP, Clénio Franco Jr. e Lara Iglezias, respectivamente, juntamente com o coordenador Jean Loiola, percorreram gabinetes de conselheiros para entregar a eles memoriais que explicavam o pleito dos sindicatos, em favor do direito de greve dos servidores. De acordo com Lara Iglezias, eles conseguiram conversar pessoalmente com os conselheiros José Roberto Neves Amorim, Jefferson Kravchychy, Jorge Hélio, Bruno Dantas, Gilberto Valente, Sílvio Rocha e Carlos Alberto.

A advogada explica que durante as conversas na segunda-feira alguns conselheiros que já haviam se mostrados sensíveis aos argumentos dos sindicatos, em visitas feitas anteriormente, apresentaram posicionamentos diferentes. “Os processos referentes à greve foram julgados em pauta rápida, o que inviabilizou qualquer tipo de manifestação da nossa parte. E também os conselheiros que se posicionaram a favor dos servidores não fizeram intervenção durante o julgamento. A decisão do CNJ praticamente inviabiliza a possibilidade de o servidor fazer greve. Já estamos atuando administrativamente nos tribunais para tentar reverter a decisão e agora vamos aguardar o posicionamento do STF no julgamento da Repercussão Geral”, ressalta Lara, explicando os encaminhamentos que deverão ser feitos em relação ao tema.

Da Fenajufe, com informações da Assessoria Jurídica Nacional