O lançamento do mascote “Pilili”, criada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para celebrar os 30 anos das urnas eletrônicas e incentivar a participação popular nas eleições, gerou uma nova onda de ataques e desinformação nas redes sociais.
A personagem, inspirada no som emitido pela urna ao confirmar o voto, passou a ser usada por críticos do sistema eleitoral para disseminar suspeitas sem provas sobre a segurança das eleições brasileiras. As publicações questionam a credibilidade das urnas e associam a mascote a uma suposta tentativa de “maquiar” irregularidades.
Apesar disso, o sistema eletrônico de votação brasileiro segue sendo apontado por especialistas e pelo próprio TSE como seguro e sem registros comprovados de fraude desde sua implantação, em 1996. Técnicos da Justiça Eleitoral destacam que as urnas não possuem conexão com a internet e operam apenas com softwares oficiais auditados.
A desinformação sobre as urnas ganhou força principalmente nas eleições de 2022, quando acusações sem provas foram amplamente divulgadas nas redes sociais. Desde então, o tema continua sendo alvo frequente de debates e conteúdos enganosos no ambiente digital.
As informações são do G1 (Leia a matéria completa aqui).





