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A ONU aprovou resolução que reconhece o tráfico transatlântico de africanos escravizados como crime grave contra a humanidade e defende reparações históricas.
Com apoio do Brasil, o texto destaca os impactos duradouros da escravidão — que levou cerca de 12,5 milhões de africanos às Américas, sendo quase 5 milhões ao país.
A medida reforça a pressão por justiça e igualdade, apontando a necessidade de enfrentar o racismo estrutural ainda presente na sociedade.
*Com informações da CUT
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais iniciou o uso de câmeras corporais por oficiais de Justiça para reforçar a segurança no cumprimento de mandados — uma atividade de risco.
O projeto começou em Belo Horizonte e deve ser ampliado. A medida responde ao aumento de ameaças e violência contra esses profissionais, realidade que também afeta oficiais do PJU, especialmente em casos sensíveis como despejos e em caso de violência doméstica.
*As informações são do Site Metrópoles.
O STF colocou um freio nos chamados “penduricalhos”.
Por decisão unânime, a Corte definiu quais verbas podem ser pagas a magistrados e membros do MP — e proibiu benefícios sem previsão em lei.
O que muda:
• Apenas verbas indenizatórias previstas em lei federal poderão ser pagas
• Benefícios criados por tribunais ou leis locais estão proibidos
• Pagamentos irregulares devem ser suspensos imediatamente
• Novo modelo passa a valer a partir de maio de 2026
Essas parcelas vinham sendo utilizadas para permitir que agentes públicos ultrapassassem o teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46,3 mil.
#stf #serviçopublico
O Conselho Superior da Justiça do Trabalho instaurou procedimento para analisar proposta de alteração da Resolução nº 72/2010, que trata da conversão em pecúnia da licença-prêmio adquirida e não usufruída.
A redação atual da referida Resolução autoriza a conversão apenas em caso de falecimento (hipótese prevista na Lei nº 8.112/1990) e na hipótese do servidor que se aposenta sem usufruir a licença ou sem contá-la em dobro para fins de aposentadoria.
Na proposta de revisão, sugere-se a alteração do artigo 2º da Resolução nº 72/2010 para que passe a prever a possibilidade de conversão também ao servidor em atividade que possua licença adquirida e não usufruída, a exemplo do que fez o Tribunal Superior do Trabalho para os servidores do seu quadro.
Ainda não há data prevista para julgamento da proposta.
Fonte: Da Assessoria Jurídica do Sindjuf-PA/AP, Cassel Ruzzarin Advogados
📢 O Sindjuf-PA/AP convoca filiadas e filiados para a Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que irá eleger delegadas(os) e observadores para a XXV Plenária Nacional da Fenajufe.
🗓 Data: 8 de abril, às 16h
📍 Formato: híbrido (Presencial: Sede em Belém e Virtual: Plataforma Zoom)
A participação de todos é fundamental para fortalecer a representação do Sindicato.
🔗 Confira o edital completo no site do Sindjuf (link disponível na Bio).
O plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (25), o PL 4/2024, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que cria cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas no quadro de pessoal do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
O projeto estabelece a criação de 232 cargos de analista judiciário, 242 de técnico judiciário, 75 cargos comissionados e 245 funções comissionadas. Desses cargos e funções, 117 são destinados ao TRE do Distrito Federal; o TSE ficaria com 85, e os restantes seriam distribuídos pelos TREs dos estados.
A matéria segue para sanção presidencial.
Fonte: @fenajufe
O Supremo Tribunal Federal confirmou a validade da lei que reconhece a visão monocular como deficiência visual para todos os efeitos legais.
Na prática, isso garante que pessoas com visão monocular possam concorrer às vagas reservadas para PCDs em concursos públicos.
A condição envolve perda ou limitação severa da visão em um dos olhos, afetando percepção de profundidade, distância e visão periférica — aspectos importantes no dia a dia e no trabalho.
A decisão traz mais segurança jurídica e reforça o direito à inclusão no serviço público.
O Senado aprovou (24/03) o PL 896/2023, que inclui a misoginia como crime de preconceito e discriminação.
➡️ Pena: 2 a 5 anos de prisão + multa
➡️ Definição: ódio ou aversão às mulheres
➡️ A proposta segue agora para a Câmara dos Deputados
O projeto busca fortalecer a proteção às mulheres diante do aumento da violência e do discurso de ódio.
#direitosdasmulheres #combateàviolência
















































