A AGEPOLJUS realizou no dia 18 de novembro o seu 13º Seminário Nacional dos Agentes de Segurança do Poder Judiciário Federal. O evento que ocorreu no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, em Fortaleza, contou com a participação de membros do Sindjuf-PA/AP.

O evento foi acompanhado pelos servidores Josinaldo Santos da Silva (Fórum Trabalhista de Macapá); Marcos Araújo (Fórum Trabalhista de Ananindeua) e Jorge Monteiro (TRE-PA).   

Veja o resumo dos acontecimentos sob a ótica do servidor Marcos Araújo (Fórum Trabalhista de Ananindeua):

Dia 18/11 – Manhã

1º momento: Prestação de contas 2018

2º Momento: A Assessoria Jurídica informou sobre o andamento de ações como: Incorporação da GAS, Percepção da Gratificação e GAS e Criação da Polícia Institucional.

Dia 18/11 – Tarde

O Presidente Agepoljus, Ronniel Andrade, reafirmou o intenso trabalho à proposta de Criação da Polícia Judicial.

No mesmo período, ocorreu também a palestra do Secretário de Segurança do Ceará, Dr. André dos Santos Costa que apresentou a evolução dos números da Violência no Estado desde 2017 o período atual. Confirmando regressão destes números para percentuais bem mais baixo.

Para justificar tal evolução, apresentou em linhas gerais todas as ações adotadas pelo Estado bem como a valorização e reconheceu a importância da criação de mais esta polícia dentro do Judiciário.

Dia 19/11 – Manhã

O primeiro Palestrante apresentou uma visão geral de como a criminalidade é combatida em seu País (Portugal).

O Desembargador do TRT da 7ª região, Dr. Paulo Régis Machado Botelho, apresentou a visão Anamatra quanto a criação da uma Polícia Judicial e sua importância.

Lembrou que existem experiências concretas no Brasil como os do TRT 7ª. Ainda, falou sobre o pedido a Agepoljus nos autos do PROAD 4877/2017 que requer a criação da Polícia Judicial em todos os Tribunais.

Finalmente, reforçou a união integração para uma melhor prestação jurisdicional. “Continuarmos tentando para demonstrar que todos os servidores possuem sua importância e missão”.

Dentre outras colocações, questiona à reforma administrativa, como efetivo meio de desorganizar o serviço público…”qual a segurança e o benefício para o serviço público quando se coloca em risco a estabilidade do Servidor?